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Fungicidas biológicos: o que são e como funcionam

Na safra 2020/21, segundo dados da Spark, a adoção de produtos biológicos aumentou em 32% em relação a safra anterior. No campo, a expectativa é de que os números continuem aumentando. O produtor de soja está se ambientando ao uso de biológicos, já que a prática é mais utilizada entre os hortifrutigranjeiros. No entanto, o uso de defensivos biológicos entre os sojicultores já é uma realidade e vem sendo adotada como uma alternativa eficiente para mitigar as perdas na cultura.
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O que são fungicidas biológicos?


Os fungicidas são definidos como agentes químicos que possuem a capacidade de matar ou inibir fungos, causadores de doenças. Entre estes, existem os fungicidas biológicos que apresentam como ingrediente ativo algum agente biológico com a capacidade de “reduzir a densidade de inóculo ou das atividades determinantes da doença, através de um ou mais organismos”. O uso de fungicida biológico tem se tornado uma importante alternativa, aliado ao produto químico no combate às doenças nas culturas. 


Os fungicidas biológicos são importantes, pois além de controlar as doenças, também auxiliam na manutenção de tecnologias, evitando resistência dos fungos à diferentes moléculas químicas. Além disso, os biofungicidas estão se tornando cada vez mais inovadores, com eficiência e tecnologia aprimorada. Os ingredientes ativos estão com ação mais seletiva em atingir os fungos causadores de doenças, ativando rotas metabólicas específicas. 


Foto: Felipe Eickhoff Coppetti



Qual o modo de ação dos biofungicidas?


Existem diferentes modo de ação dos biofungicidas. Através da Antibiose, onde a interação entre microrganismos produz metabólitos e têm efeito negativo sobre o fitopatógeno. Pela Competição, quando há interação entre os microrganismos, ocorrendo uma “disputa” por alimentos, espaço e oxigênio.


Já o modo de ação via Parasitismo ocorre quando o microrganismo se nutre das estruturas vegetativas ou reprodutivas do outro fungo, diferente da Predação, onde o microrganismo obtém alimento a partir de fitopatógenos e de várias outras fontes. A Hipovirulencia é feita pela introdução de linhagens menos agressivas do patógeno, ou seja, que causam pouca ou nenhuma alteração no hospedeiro, transmitindo essas características paras as futuras linhagens do fungo.


Enquanto que no modo de ação pela Indução de resistência, há um estímulo dos mecanismos de defesa do hospedeiro pela introdução de microrganismos não patogênicos ou por seus metabólitos, ou ainda, por linhagens fracas ou avirulentas do patógeno. 



Aplicação


Para os fungicidas biológicos, é importante entender as características de cada ingrediente ativo, a fim de obter a máxima eficiência dos bioinsumos. Pensando nisso, vale ressaltar que, alguns produtos necessitam de condições ambientais adequadas para as aplicações, como umidade, radiação solar, entre outros. O produtor deve estar atento às recomendações indicadas de manejo.



Conclusão


Os novos bioprodutos estão cada vez mais aprimorados, passando por grandes transformações, tanto de ingredientes ativos como de formulações. Antigamente existiam apenas os inorgânicos, como por exemplo, a calda bordalesa. Ou seja, os produtos biofungicidas vem se tornando uma forte ferramenta estratégica de manejo fitossanitário no contexto atual da agricultura. 




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